Amantes da gestão e comunicação com certeza já ouviram falar na queridinha análise SWOT, mas para quem nunca ouviu ou quer refrescar a memória, vamos fazer um resumo básico aqui. Bom, de modo geral é uma ferramenta que analisa o cenário e diagnostica o ambiente interno e externo de uma empresa, dessa forma identificando suas forças (strenghts – S), fraquezas (weaknesses – W), oportunidades (oportunities – O) e ameaças (threats – T).

As forças e fraquezas fazem parte do ambiente interno e estão relacionadas com o que a empresa/organização tem de melhor e o que está a seu favor, em outras palavras, seu potencial (no caso das forças) e suas fragilidades/o que precisa melhorar (no caso das fraquezas).  Em contrapartida, temos as oportunidades e ameaças inseridas no ambiente externo e os próprios nomes já nos dizem o que são. Para preencher esses dois quadrantes é preciso identificar e analisar as mudanças que estão ocorrendo em todos os aspectos (econômicos, demográficos, socioculturais, tecnológicos etc). E o que vai diferenciar os dois? Ora, o que for aproveitável e interessante incorporamos como oportunidade para futuramente usar ou experimentar no negócio. Já o que for amedrontador para a empresa e que possa prejudicá-la no futuro, agregamos como ameaças e tentamos ao máximo evitá-las através de estratégias, mas isso é para outra postagem.

Mas como não confundir forças com oportunidades e fraquezas com ameaças? Felizmente existe uma espécie de “técnica” para isso! É só lembrar que tudo aquilo que conseguimos (como empresa) controlar está relacionado com o ambiente interno, ou seja, forças e fraquezas e tudo o que está FORA do nosso controle (ainda como empresa) faz parte do ambiente externo, oportunidades e ameaças.

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Ok, mas e a parte “aplicação além do corporativo”? Vamos falar disso agora! Uma das coisas que eu acho sensacional na análise SWOT é que ela é útil para tantas coisas que conseguimos até mesmo usá-la para analisar a nossa vida pessoal. Isso mesmo! Assim como um negócio, uma pessoa também precisa de planejamento e de autogestão para conseguir se entender melhor e muitas vezes fazer mudanças.

É interessante fazer uma análise SWOT pessoal para trabalhar melhor em equipe (afinal, não são todas as pessoas que conseguem), se preparar para uma entrevista de trabalho, fazer algumas mudanças ou melhorar o comportamento inadequado em certas ocasiões, entre muitas outras coisas.

Então, para encerrar, aqui vão algumas dicas do que analisar para ter um diagnostico pessoal bem sucedido.

Pontos fortes: o que você tem de melhor?/ o que te diferencia das outras pessoas?/ no que você é bom?/ quais são seus valores?/ quais são seus talentos etc.

Pontos fracos: o que você precisa melhorar?/ já recebeu algum comentário negativo sobre sua atitude? Se sim, qual?/ hábitos negativos no ambiente social e de trabalho/ relacionamento com as pessoas etc.

Oportunidades: novos cursos de capacitação na área que te agrada/ demanda por serviços que exigem habilidades específicas que você tem/ mudanças no ambiente social e corporativo etc.

Ameaças: novas tecnologias/ concorrência/ padrões de pré-requisitos que você não domina ou não se encaixa com seu perfil etc.

OBS.: Não tem o hábito de usar palavras em inglês ou não domina a língua? Temos uma versão em português para Análise SWOT, a chamada análise FOFA, que significa exatamente a mesma coisa (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças respectivamente).

Um comentário em “Análise SWOT: aplicação além do corporativo

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